
...você pára e me enxerga no meio das suas coisas. se perde de você e chega dentro de mim. e aí você diz que existem compromissos, aulas, datas, calendários, horas, relógio. eu achava que existia só você... então você se despede. na sua ausência eu o recrio. eu escolho os meus pedaços de panos imaginando a possibilidade de esbarrar com seus olhos na próxima esquina. eu passo pelos mesmos caminhos que os de ontem pra ver se sinto repetidas vezes os nossos encontros. eu espero a hora marcada chegar sonhando que talvez você pense em me procurar. nenhuma das minhas hipóteses acontecem, não na realidade!