sábado, 19 de junho de 2010

'O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.'
(Carlos Drummond de Andrade)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"E quando as coisas vão mal, você procura alguém para culpar, como se fosse uma sombra. O mundo não é um arco-íris e um amanhecer, na verdade é um lugar ruim e asqueroso. E não importa o tão durão você seja, apanhará e ficará de joelhos, se assim permitir. Nem você, nem ninguém baterá tão forte quanto a vida. Não importa o quão forte você golpeia, mas sim, quantos golpes você agüenta levar e continuar em frente, o muito que você possa aceitar e seguir adiante. Assim é a vida!."

Sozinho !

Sentimentos são misturas, como na quimica. Se der certo tudo bem, se não der .. explode, pega fogo, quebra, machuca, corta e por ai vai!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sempre contraditória !
A calma veio, acalmou e foi indo embora aos poucos. Deixou o espaço vago pra dor se acomodar no lugar o desespero. Agente amadurece e sente os sentimentos também mais maduros e fortes, mais doloridos e mais cheios de ausencias. Tem um espaço vago aqui, cheio de lembranças que passam igualzinho num filme, aleatoreamente e quando eu menos espero. me dá medo e eu choro de ausencia, de desentender os fatos e de pena de mim por me entregar tão fragilizade a alguém que sabia exatamente como lidar com ela. Um mês e alguns dias. Foi suficiente sim!
O que eu vejo hoje é diferente, não tem a mesma cor, o mesmo cheiro e nem sabor. Perdeu a graça aquilo que tinha mais 'graça' pra mim. Parece que desandou sem você, que ficou sem rumo e esquisito. Que ficou chato, tudo chato!

domingo, 6 de junho de 2010




Sem prévio aviso.
Foi assim que meu mundinho amargo e dolorido tornou-se agradável, como um chá quente de boldo depois da ressaca.
Aconteceu uma limpeza imaginária nas minhas entranhas, e repentinamente fui salva daquela sensação de ânsia tão esquisita que insistia em me visitar.
Puft! E como num milagre, um fim de semana calmo e solitário faz as ideias clarearem e (quase) tudo ficar bem, como numa novela de cenas afinadas e bem escritas.
Ufa! Já passava da hora de fazer as pazes comigo.
Vivo brigando com minha ansiedade, me degladiando com minha imaginação... Mas no fim acabo me entendendo.
A gente briga com nossas caraminholas, mas no fundo a gente se ama. Um amor sem explicação.
Tô exausta das tentativas de me decifrar e nunca achar uma saída. Cansei das minhas neuras esdruxúlas e incoerentes. Cansei até de sonhar acordada, mesmo achando poético ser como sou. Cansei, mas não desisti. No fundo, não trocaria minha cabecinha perturabada por nenhuma sã.
Sei lá se quero você pra sempre, só por uma noite ou se quero que todo esse romance blasé se dane. Não consigo me decidir nem sobre a cor do meu vestido, então não venha me cobrar definição.